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Na perspectiva terapêutica, as 78 cartas que compõem o Tarô definem um mapa simbólico da jornada humana. As cartas existem há pelo menos seis séculos e sua origem verdadeira ainda é desconhecida. O Tarô é composto por símbolos eternos e ubíquos em nossas vidas, ou seja, estão presentes em toda parte e era considerado por Carl Jung um espelho do inconsciente e um mapa para a individuação.

 

Nas sessões apoiadas pelo Tarô, não usaremos ele como oráculo, mas como ferramenta projetiva dos conteúdos arquetípicos. Quando as cartas são escolhidas ao acaso, elas concedem ao inconsciente um veículo para que se expresse. A simbologia presente nas imagens criam um canal de comunicação entre o que está na sombra e o que precisa ser compreendido.

 

Minha proposta inicial é fazer quatro sessões estruturadas onde o tarô guiará o diálogo entre o consulente e tarôtista na direção da compreensão do seu eu e contexto pessoal, das dificuldades e características reprimidas em sua sombra e os aspectos que devem ser trabalhados para alcançar seus objetivos e ampliar a percepção de si mesmo. Aqui, terapeuta e consulente leem juntos o Tarô, que guiarão uma jornada de autoconhecimento através do diálogo, da fala livre e da escuta ativa. 

Tarô Terapêutico

Link como arcano O Louco
Chun-li como arcano A Força
Cain como arcano O Heremita

Leituras recomendadas:

© 2026 por Pedro Anacleto

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